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ARTE & CONEXÃO com CÁSSIO REIS

Estreia hoje 21H meu programa de entrevistas "ARTE &... on Twitpic

Os Monólogos da Vagina

A estreia brasileira aconteceu em 07 de abril de 2000, no Teatro Clara Nunes no Rio de Janeiro com incrível sucesso de público e crítica. A genialidade de Miguel Falabella na adaptação e direção do texto o tornou o primeiro diretor no mundo a escalar três atrizes para, ao mesmo tempo, encenarem as narrativas das entrevistas originais colhidas por Eve Ensler. Esta concepção, a pedido da própria autora que esteve presente na estreia brasileira, foi adotada mundialmente em todas as produções, e assim permanece até hoje. Os direitos para produção brasileira foram adquiridos por mim em 1998, em Nova Iorque, quando assisti a uma das primeiras performances da peça ainda apresentada pela própria autora Eve Ensler. Não tive dúvidas que estava diante do que viria a ser um grande  sucesso.

Os ingressos esgotados em todas as apresentações e o boca-a-boca favorável imediato transformou “Os Monólogos Da Vagina” em um dos espetáculos mais badalados do Rio e depois o mesmo se repetiu na temporada de São Paulo seguindo o mesmo sucesso em turnês pelos maiores teatros de todo o Brasil.

Passados 10 anos fizemos uma pequena pausa para descanso e reestruturação do espetáculo que, tendo a mesma concepção e direção de Miguel Falabella, ganha na montagem de 2011, novos figurinos, cenário mais moderno e a utilização de tecnologia de projeções de alta definição.

O espetáculo continua forte, vivo e muito atual, não somente pelo entretenimento e diversão garantidos mas pela incrível e verdadeira mensagem contida em cada palavra do texto. No momento em que o Brasil, pela primeira vez na história, elege uma mulher para a Presidência da República, deixemos que as vozes femininas ecoem novamente seus desejos e anseios em todos os palcos do país.

Atrizes consagradas como Zezé Polessa, Cláudia Rodrigues, Cissa Guimarães, Fafy Siqueira, Totia Meirelles, Bia Nunnes, Lucia Veríssimo, Tânia Alves, Elizângela, Mara Manzan, Cacau  Melo e Maximiliana Reis dentre outras, se orgulham de ter tido um dia, a oportunidade de encenar, com muito carinho e respeito, os depoimentos reais de todas as mulheres que tornaram esta obra possível.

O retorno do espetáculo comemorando 11 anos no Brasil está previsto para meados de 2011 em São Paulo, numa produção de Cássio Reis e Phoenix Produções Artísticas.

Por que a cultura deve receber investimentos?

A cultura é o elemento que garante a todos – criadores, artistas e platéias – o direito à celebração de sua identidade, à manifestação de sua sensibilidade e emoção, desenvolvendo, a um só tempo, o espírito crítico, a imaginação e o sentido de coletividade, num processo de conscientização, sociabilização e transformação social.

Analisando o real papel e potencialidade da cultura, o que justifica o investimento empresarial, além da utilização de incentivos fiscais e diferenciação entre seus competidores, é, sem dúvida nenhuma, seu aspecto social, sua capacidade de transformar o mundo à sua volta. E é exatamente isso que deve perceber a empresa que investe em cultura.  São também empresas tidas pela população como mais bem administradas e bem vistas nas comunidades em que atuam.

Em breve, não será mais aceita a possibilidade de uma empresa manter todos os parâmetros de qualidade, eficácia e foco em resultados quando o assunto é a produção e comercialização de seus produtos, e deixar que seus esforços institucionais e culturais sigam critérios abstratos e totalmente descomprometidos com a modificação dos cenários com os quais interage.

Pelo contrário, vem aí um momento em que as ações culturais empresariais – tendo como foco a real transformação dos públicos aos quais se dirigem – serão mais do que um reflexo da competência exigida e praticada em todos os setores da empresa. Serão, isto sim, um referencial sobre a visão e os compromissos da instituição, junto a seus diversos públicos, demonstrando a todos a postura que norteia aquele grupo de seres humanos – repletos de emoções, sentimentos, memórias e identidades – que conhecemos por Empresa.

Extraído do livro “Do Marketing ao Desenvolvimento Cultural”. O download gratuito da obra pode ser feito pelo endereço  http://www4.overmundo.com.br/banco/livro-do-marketing-ao-desenvolvimento-cultural-167-paginas

A Lenda da Phoenix

A LENDA DA PHOENIX

por Hellen Katiuscia de Sáhellenkatiuscia@gmail.com

A Phoenix, Fênix ou Phoinix (grego) é a lendária ave que ateia fogo em si mesma quando descobre que está para morrer. Ela povoou o imaginário mitológico das antigas civilizações egípcia e grega. A lenda diz que a primeira Phoenix surgiu de uma centelha que o deus Ra soprou sobre a face da Terra, representando o Fogo Sagrado da Criação.
Segundo a lenda, seu habitat é entre os desertos da Arábia, entre as ervas e temperos aromáticos. Ela vive por volta de 500 anos e após esse período procura uma árvore solitária e, no alto de sua copa, faz seu ninho com canela, olíbano (uma espécie de goma-resina, encontrado na África e na Índia; especiaria muito utilizada na Antiguidade para se fazer incenso) e mirra (espécie de arbusto encontrado em regiões desérticas, especialmente na África e no Oriente Médio). Ela, então, ateia-se fogo e de suas cinzas surge um pequeno ovo vermelho de onde nasce uma outra Phoenix, mais forte e mais bonita. Ela representa a imortalidade do ser, o poder de mudança, de consciência de si mesmo. Pode ser vista, também, como um modelo de perfeição ou de beleza absoluta.
Na mitologia egípcia a Phoenix é reverenciada como a personificação do deus Ra (deus do sol). Existe somente uma da espécie e é por isso que o deus Ra jurou que enquanto a Phoenix renascer das cinzas, a esperança, no mundo, nunca morrerá. Portanto, a Phoenix representa a depuração da alma.
Segundo a lenda, o tamanho da ave assemelha-se ao da águia. Tem olhos brilhantes como as cores das estrelas. Sua plumagem é dourada no pescoço e no papo; púrpura no restante do corpo; possui uma crista formada por penas finíssimas e delicadas, sendo sua calda constituída por penas longas e suaves, nas cores branca e vermelha.

Na mitologia oriental também existe uma Phoenix que simboliza a felicidade, a virtude e a inteligência. E sua plumagem é feita das sete cores sagradas para os orientais: as cores do arco-íris.

Que tal nos vestirmos de Phoenix e renascermos a cada passagem de nossas vidas,

sempre visando o aperfeiçoamento moral?

Certamente é um belo convite.

Hellen Katiuscia de Sá

13 de março de 2005



Museu de Arte Sacra

Antiga Capela de Santa Rita de Cássia em Uberaba. Atualmente é um pequeno Museu de Arte Sacra.

Escondida por detrás de uma grade que fica no jardim da Capela, esta imagem me chamou em sua direção.

Louca De Amor

Estréia dia 06 de outubro no Teatro Imprensa a comédia romântica “Louca De Amor”, com a querida Lena Roque…(mais em breve)

Uberaba – M.G.

Pessoal, uma coisa muito interessante aconteceu. Estou em Uberaba, com o show “DoReMiFaFy”, com Fafy Siqueira e me deparei com uma vista magnÌfica do quarto do hotel onde estamos hospedados. Avistei, bem de longe, duas igrejas, muito bonitas, apesar de serem 02 contruções de estilos completamente diferentes. Chamei meu amigo e técnico Fábio pra darmos uma volta. Céu lindo, aberto, azul. Sol energizante. O convite perfeito para uma uma visita às igrejas. Chegando à primeira, Catedral de Nossa Senhora das Dores me deparei com uma construção que traduzia em sua rusticidade e beleza natural, desgastada pelo tempo, uma força e paz espiritual impressionantes. Senti claramente a força manual utilizada naquela construção e o amor deixado por aqueles que a ergueram. Saindo de lá fomos à outra igrejinha ao lado. Era a antiga Capela de Santa Rita de Cássia. Voltei ao tempo em que tinha 05 anos de idade, em minha querida Curvelo, cidade onde nasci que fica no centro geográfico de Minas Gerais. Lembrei-me, com o cheiro no ar, das procissões que acompanhei com minha amada avó paterna em direção à Igreja de Santa Rita. Naquela idade eu achava o máximo que tinha uma Santa com o meu nome. De certa forma eu me sentia muito protegido. Agradeci hoje, a Deus, pela vida que tenho. Pequenos momentos de paz são necessários para que possamos sentir realmente nossos corações.

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